quinta-feira, 16 de setembro de 2010

ùltima carta...




… ,

Visto-me para um encontro que não tenho…
Espero pelo dia que não chega…
Sonho com um amor que não me pertence…

Jamais poderemos nutrir este amor sem destino e sem remate.
Mas não finjas, não para mim, que não morres cada dia no amor. No amor que só pertence a nós.
Dói-me ter “a mais certa certeza de que gosto de ti, como gostas de mim, até ao fim do mundo que me deste.”


Estou morta por dentro, não me pertenço mais.
Se não posso viver a plenitude deste amor, então não o quero viver…
Peço-te que nunca mais me procures. Com uma única excepção: procura-me no dia que souberes que o teu amor é menos breve que tudo que tens...


Com amor,
tua Su

1 comentário:

  1. "ainda não percebeste que um dia sem falar contigo....
    é um dia que não nasceu...
    fica sempre escuro..."
    MAR

    ResponderEliminar